XARPI – A FESTA! Mais uma Edição com apoio LCP!

Posted in Uncategorized on 15 de novembro de 2010 by luzcamerapichacao

Já está virando tradição!

Em Novembro, o Luz, Câmera, PICHAÇÃO apoia mais uma edição da festa XARPI!

Vídeos LCP no telão e Rap Underground no Som!

Aquecimento para o filme que, com uma raça danada, está chegando!

Sábado – 27/11
A partir das 23h
Kalesa Lounge – Rua Sacadura Cabral, 62 – Pça Mauá

Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=93244575&refresh=1

Fotolog: http://www.fotolog.com.br/lcpichacao

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Por que o LCP declara voto em DILMA13?

Posted in Uncategorized on 28 de outubro de 2010 by luzcamerapichacao

Semana passada assistimos um vídeo de um debate entre vice-presidenciáveis, onde Índio da Costa, vice de José Serra, disse claramente: “gostaria de dizer que eu não reconheço o MST como movimento social”. Mais pra frente, o candidato ainda reafirmou que “não tem conversa”. Pois bem, se há algo louvável nestas frases é a honestidade que nos deixa claro aquilo que já prevíamos, ou seja, que o projeto de país representado por José Serra, quando colocado diante de diferenças marcantes como a representada pelo MST, tenderá mais à pronta reação violenta e não reflexiva do que à conversa, o que revela de maneira objetiva, a limitada compreensão de mundo que representa sua candidatura. Em todo caso, não estamos aqui beatificando o MST, claro, mas sim lembrando que longe de “governar para as pessoas de Bem”, como gosta de repetir Serra em seu slogan, o Estado não deve escolher o tipo de pessoa para quem governa, mas sim despender investimento e interesse na complexidade das suas gentes, sem deixar de fora suas versões mais rebeldes. Não esquecendo, ainda, que todos os mais nefastos genocídios da humanidade foram cometidos em nome do “Bem” – todas as inquisições, todas as ditaduras, todas as políticas coloniais, o Nazismo. Nesse caso o “bem” se confunde com a arrogância da crença em uma verdade, crença esta que levou a tais atos nefastos incluindo ainda, no nosso caso, a transformação dos negros em escravos. É preciso um governo que não administre com a absoluta certeza de se impor pela verdade, mas que acolha com alguma humildade as dúvidas e reflita sobre elas, afinal, as verdades absolutas não estão imunes a velozes transformações.

Lembramos, portanto, para tratar deste caso específico, que, se as ações do MST tomam aspectos radicais, não podemos esquecer que elas nada são diante da quantidade de sangue que jorrou e continua jorrando sob a legitimidade de uma política mundial onde o acúmulo livre de bens e riquezas é, não só naturalmente defendido, como educativamente desejado. Que peso tem, então, um golpe de foice diante de um mundo onde os 1% mais ricos concentram fortunas maiores que o PIB de países periferizados? É neste mundo que vivemos, e é a partir disso que temos que tentar compreendê-lo. Fechamos os olhos para uma violência que já é velada, legitimada pelo capital, enquanto ficamos horrorizados quando os periferizados pegam em armas para responder a altura. Existe maior violência do que o descaso com os miseráveis, enquanto alguns tem tanto? Sendo assim, um Estado, então, que encara as ações de tais movimentos apenas pela ótica da legalidade, perde de vista o que de fato importa – os sérios e importantes questionamentos que tais ações esfregam em nossa cara. Por que um prédio abandonado e vazio incomoda bem menos que um prédio ocupado por Sem-Tetos? Por que tendemos ao aniquilamento do diferente logo que a crença em nossa ética burguesa é ameaçada? Está aí evidenciada a necessidade de se debater, de pensar, de não apenas tomar uma decisão contra ou a favor de determinado fenômeno, mas compreende-lo, procurar entender o contexto que o fez presente. Os grandes momentos históricos de nossa sociedade se deram no confronto com a legalidade, no confronto com o sistema que estava legitimado, no momento em que se procurou não apenas reprimir de acordo com a lei, com a verdade, com o “bem”, mas de se pensar os fenômenos, como foram o caso da revolução francesa, da extinção das monarquias absolutistas, das guerras de independência, das extinções do colonialismo, da abolição da escravidão e dos direitos civis para os negros e homossexuais.

Finalizando, acreditou-se durante toda a modernidade na superação de tais problemas, mas o mundo de hoje, invadido por aqueles que não ficaram “em seu devido lugar”, trama a germinação da revolta nas mais diferentes formas, ainda pouco compreendidas. Para alimentar o debate, então, lembramos que a etimologia da palavra “revolta” significa retomar aquilo que passou. Pois bem, se costumamos perguntar aqui quem se colocou no caminho de quem, a propriedade ou o piXo, a mesma pergunta cabe quanto ao MST e os Sem-Teto.

No entanto, não fazemos aqui um manifesto de endeusamento do projeto de Dilma e PT, afinal, não se trata também de cegar-se diante de possíveis equívocos. Em todo caso, a clara dicotomia que se instalou neste segundo turno entre dois projetos de país evidentemente opostos, e a importância que damos à não interrupção das conquistas sociais atingidas pelo governo LULA, leva a equipe LCP a entender a tomada de posição como necessária neste momento. Portanto, se o futuro possível está em disputa entre um projeto de continuação apoiado por uma diversidade de organizações civis como os Povos de Terreiro, a Irmandade de Religiões Afro-Brasileiras e Lideranças Nacionais LGBT representado por Dilma, e um outro, cujo retrocesso se vê no apoio de organizações homofóbicas e reacionárias como Pastor Silas Malafaia (Assembléia de Deus) e a Família militar Bolsonaro (Nostálgicos pela Ditadura) à José Serra, escolhemos, em sintonia com os interesses que marcam nosso trabalho por uma mais ampla compreensão de culturas periferizadas, prontamente e historicamente negadas, tomar posição e declarar nosso voto em Dilma13.

Bruno Caetano, Gustavo Coelho e Marcelo Guerra
LCP Crew

 

Sábado – LCP no Xarpi Rap Festival

Posted in Uncategorized on 26 de outubro de 2010 by luzcamerapichacao

Neste sábado, véspera de eleições, vai rolar mais um Xarpi Rap Festival!

E como não poderia ser diferente, a equipe LCP estará presente reproduzindo nossos trailers e aumentando o burburinho para o lançamento!

Sábado – 30/10
A partir das 23h
Kalesa Lounge – Rua Sacadura Cabral, 62 – Pça Mauá

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Novo Trailer! New Trailer!

Posted in Uncategorized on 1 de setembro de 2010 by luzcamerapichacao

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Em Breve
Coming Soon

Novo TRAILER do LCP está no ar!

The New LCP TRAILER is online!

Entrevista com a equipe LCP será exibida nesta quinta-feira, dia 2 de setembro, 21h.
Programa Campus – UTV – Canal 11 – Net-Rio (Somente para o Estado do RJ)

An interview with the LCP CREW is gonna be on TV next thursday, 2nd september, 9pm.
Campus Program – UTV – Channel 11 – Net-Rio (Only to Rio de Janeiro – Brazil)

Entrevista com Gustavo Coelho na próxima edição da Revista 400ml

Interview with Gustavo Coelho on the next issue of 400ml Magazine

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E se meu amigo não for o Rafael Mascarenhas?

Posted in Uncategorized on 4 de agosto de 2010 by luzcamerapichacao

E se meu amigo não for o Rafael Mascarenhas?

Por Gustavo Coelho

Esta semana, vendo as notícias sobre a acidental morte de Rafael Mascarenhas, filho da Cissa Guimarães, vi as imagens da homenagem que os familiares e amigos produziram no local do acidente, o túnel acústico da Gávea, aqui no Rio de Janeiro. Entre músicas, orações e danças, uma ação me chamou atenção, falo é claro, da produção estética-cultural que mais me interessa, ou seja, da pichação e do graffiti. Amigos e inclusive a própria Cissa, num clamor comum a qualquer pessoa que perde alguém querido, desejaram expor na cidade, de uma maneira duradoura, seus votos de homenagem e lembrança àquele que faleceu. Grafitaram e escreveram, então, mensagens ao Rafael pelos muros do túnel.

A meu ver, o que cabe questionar no caso, não é a ação em si. Afinal, a cidade estampar a perda de seus praticantes via escritos de seus também praticantes, me soa legítimo e até reencantador da intimidade de uma urbanidade que tende ao anonimato. O que desejo relativizar e refletir aqui, é a reação tanto da prefeitura que prontamente cedeu as paredes do túnel para tal ação, quanto do público em geral que, se estiveram, como eu, estarrecidos com a fatalidade do caso, não podem deixar que tal sentimento dissimule o que está em jogo nessas escolhas estéticas e políticas das instituições de uma cidadela-oficial, a qual mais uma vez, como historicamente o faz, elegeu e elege a todo tempo, a partir da cidade-tudo, aqueles que, por alguma razão, ou alguma licença, tem ou ganham o direito de ter sobre a cidade seus epitáfios. Quem, por pichar o muro com tinta spray, deve ser assassinado para o bem da cidadela e quem, por ter falecido, deve ganhar no mesmo muro, com a mesma tinta spray, sua lápide, palmas e clamor social? De qual diploma distintivo estamos falando?

Durante minha longa pesquisa com a pichação carioca, acabei acompanhando algumas histórias trágicas, em especial a do Bloody, assassinado em Madureira, e do Vuca, morto após cair do quinto andar de um prédio no centro. Obviamente que sem muita demora, a cidade, intimíssima desta molecada, já expunha por aí seus ditos de memória – “Bloody Vive!”, “Vuca saudades”. E falo destes porque acompanhei, mas passeie pelo Jacarezinho com um olhar em diagonal , e não será nada difícil encontrar um “Sikla para sempre entre nós”, ou ainda um “Caixa Vive”, por todo o Rio de Janeiro. Agora, que heróis são esses, de narrativas épicas já tão esvaziadas em nosso tempo do civilizado, invisíveis para a cidadela-monológica-dos-licenciados, e que das trincheiras da cidade-oficial, parecem reclamar uma brutalidade estética primal, ou seja, o papel de autores-praticantes da cidade-polifônica-tudo?

Faço, então, alguns questionamentos: sabendo o quão árduo é para qualquer grafiteiro obter uma autorização da prefeitura, em que critério foi pautada a avaliação da prefeitura quando, em menos de 24h, autorizou os familiares de Rafael Mascarenhas a Grafitar e Pichar os muros do Túnel? Esta me parece uma resposta fácil e objetiva, ou seja, o critério está claramente no jogo de cena do qual já nos acostumamos a vivenciar, ou seja, num projeto estético-político onde papeis distintos licenciam alguns praticantes da cidade a receber tratamento diferenciado por parte das instituições que a regem.  Digo com isso que a mesma instituição que persegue, bate, assalta e até mata um pichador, é a mesma que licencia uma “pichação do bem”.

Fico me perguntando, então, se os familiares e amigos do Vuca solicitassem à prefeitura que liberassem algum espaço público para servir de memória à sua morte, qual seria a reação? Alguns podem alegar que um pichador faz algo que é fora da lei e que por isso não caberia tal aval. No entanto, se é para ser legalista, a própria CET-RIO, logo após o acidente com Rafael, declarou que era proibido andar de Skate naquele local, ou seja, neste caso, nem mesmo a evidente ilegalidade da pichação serviria como justificativa. De qualquer maneira, esta é uma questão que talvez nem faça muito sentido para a molecada, afinal, a cidade nunca os nega, nunca os rejeita, e jamais os deixaria sem lápide. Quero dizer que se para os habitantes da cidade-romântica valeria a pena, como já vi o pai do Rafael dizer, mudar oficialmente o nome do túnel para Túnel Rafael Mascarenhas, a meninada que me interessa vive em outra frequência, onde a oficialidade estanque do nome da rua e do bairro pouco vale diante da obragem praticante da cidade que é a vida com seus amigos. Portanto, a Av. dos Democráticos já é a Avenida Sikla, enquanto a Ilha do Governador já é a Terra do Vuca faz tempo, mas não para todos.

Finalizando, se a cidade aparenta ser apenas uma, se apenas um mapa parece dar conta dela, é porque você não percebeu que sob os grafites da Cissa Guimarães e dos demais amigos, já haviam outros, é porque você não percebeu que logo após o túnel, à esquerda, tem os nomes do Nado’s, do Tico, do Hair e do Wrangler. Outras cartografias.

PS.: em todo caso, essa história abriu uma jurisprudência. Pichador, se te flagrarem pichando, diga que está homenageando um grande amigo falecido. Se serve para um, serve para todos, ou a lei agora vai escolher muito bem nossas amizades?


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Luz, Camera, … / Light, Camera, …

Posted in Uncategorized on 13 de junho de 2010 by luzcamerapichacao

Novo Teaser do LCP?

Em breve novo teaser no site e logo logo notícias quentíssimas!

New LCP Teaser?

A new teaser and a few hot news are comming soon!


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De Braços Abertos Para Quem?

Posted in Uncategorized on 19 de abril de 2010 by luzcamerapichacao

Por Gustavo Coelho

Picharam o Cristo, sem dúvida alguma o símbolo primeiro da Cidade Maravilhosa. Símbolo que, como toda representação monumental de qualquer cidade, parece trazer em si, na rigidez e na indestrutibilidade de sua pedra intocável, o arcaico sonho romano, historicamente comum aos que tomam o papel de gestores das cidades ocidentais, de verter em pedra uma harmonia que, por mais ficcional que seja, parece garantir uma aparente fachada estável diante da instabilidade e da ingovernabilidade de um cotidiano que, sendo plural, é, em si mesmo, rebelde. Olhar para o Cristo que ininterruptamente, por mais que passemos por ele sem dar conta, continua a nos abençoar de braços abertos, parece, então, justamente pela força da figura dos seus braços que amparam a todos, nos garantir uma suposta sensação de coesão social. Sensação que, como um placebo, nos acalenta, presenteando com o sentimento da cura e do descolamento diante da inevitável fragmentação social, sobre a qual tal cidade pôde se erguer assim, maravilhosa. Placebo que também garante nossa segura posição do lado menor de um muro invisível que nos convém, obviamente, como sempre, o insuspeito lado do bem.

No entanto, tal placebo não cabe a todos, assim como o próprio Cristo não coube a todos, afinal, há os que, mesmo vilipendiados da condição de autoria da cidade ficção-oficial, pareciam não ter outra saída, a não ser se apaixonar pelo lado do muro que lhes coube, menos glamoroso talvez, mas não menos encantador, afinal, a terra que te serve de pouso, seja lá em quais condições esteja, é ancestralmente acolhedora. E de lá, de onde não se tinham notícias, justamente, se valendo da negligente invisibilidade sob a qual tiveram que inventar dia após dia o seu próprio e independente acolhimento, tramaram a construção espontânea daquilo que, sem nem darem conta, tornava-se a maior parte da mesma cidade que antes lhes expulsava. Não à toa, portanto, hoje parece que não é possível andar pela cidade, mesmo em seus recantos ainda refestelados pelos desejos românticos de outrora, sem ouvir em altos decibéis “TAMOJUNTOEMISTURADO”, “É NÓIS!”, “É TUDO NOSSO!” e “TÁ TUDO DOMINADO”. Alguém mais escapa? Só faltava o Cristo…

Certa vez, em um congresso de pesquisadores em Artes, onde supostamente seria um lugar mais corajoso e dedicado ao estudo para além do bem e do mal acerca destas produções estéticas que interrompem nossas monologias, ouvi uma professora renomada dizer: “Mas eu tenho o direito de viver minha vida sem ouvir o Funk carioca”. Frase que incorpora a mesma reação desesperada de grande parte dos que se vêem discutindo a piXação, quando a todo momento dizem: “Mas se eu trabalhei, juntei um dinheiro e pintei meu muro, tenho o direito de que ele permaneça como eu quero”. Pois bem, me parece que a própria cidade contemporânea, em sua aparência caótica, inchada e insinuada, expositora de tudo, prova, a cada novo encontro com o outro, a falta de amplitude de respostas individualizadas como essas. A mulecada, portanto, herdeira deste complexo e conflituoso cenário social erguido às suas custas, ousam, no entanto, sem ligar muito para seu destino de fragilizados, ao qual estão previamente submetidos, ocupar com suas produções, as superfícies que por tanto tempo, representaram seu anonimato. E vejam que ironia, agora eles, habilidosos na arte de não serem pegos, assinam com um nome inventado os muros da anomia urbana. E a cidade, agora coletivizada pelo avesso, parece, a cada nova marquize escalada, a cada novo pancadão, se mostrar mais íntima daqueles que, motivados pela vontade de vida, reclamam para si o papel de protagonistas da construção da maior parte da cidade.

Ocupantes de uma posição bem inserida, nós, seres bem amparados por uma cidade que nos parece tão acolhedora e inofensiva, quase que natural legitimadora de nossa posição de autores das transformações sociais que entendemos serem “boas”, precisamos, a meu ver, nos por em suspenso. Para tanto, tomando, então, estas produções juvenis desautorizadas que tomam não só o Rio de Janeiro, mas absolutamente todas as grandes metrópoles do mundo e ainda as nem tão grandes assim, pergunto: será que o mundo já não está sofrendo as mais eficientes transformações sociais, mas que, no entanto, correm a nosso despeito e revelia? Será o Cristo limpo, apagado no cotidiano de sua própria mesmice monológica, de fato, um agente de coesão social? Ou será o nome da molecada em seu rosto antes inatingível, uma ação que o atualiza diante de uma cidade que não aceita mais o papel de “se colocar em seu lugar”?

E ainda fica a pergunta: R$ 5 mil por eles? Mas cadê a engenheira Patrícia?


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